Clima do Pelourinho é transportado para Festival Virada Salvador | Réveillon Salvador 2017

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29 de dezembro, 2017

Clima do Pelourinho é transportado para Festival Virada Salvador

Quem vai curtir as atrações do Festival Virada Salvador 2018 também entra em contato com um pedacinho da cidade – mais precisamente o coração histórico e cultural da capital baiana. É a Vila Pelô, que funciona todos os dias na Arena Daniela Mercury, na Boca do Rio, e reúne diversos estabelecimentos com as mais variadas opções de gastronomia para o público.

São seis os estabelecimentos participantes: Sandwich Hall, Sukiyaki, Beiju Café, El Greco, Originale e The Butcher. Ou seja: garantia de um mix variado de opções, que engloba desde sanduíche a yakissoba, passando por beiju, churrasco, pastel e batata frita. Tudo isso para dar uma “sustança” às pessoas que enfrentam a maratona de mais de 10 horas de evento por dia. A Vila Pelô funciona até o dia 1°, das 16h até o fim dos shows, e os estandes aceitam pagamento em dinheiro ou cartões de crédito ou débito.

Idealizada pela Empresa Salvador Turismo (Saltur) em parceria com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes – Seção Bahia (Abrasel-BA), a intenção desse cantinho especial foi homenagear o Centro Histórico, fazendo com que as pessoas possam sentir ainda mais o clima da soterópolis. E o cenário encanta, ao retratar os casarões coloridos e o largo que marcam um dos pontos mais visitados da capital.

O gestor de Alimentos e Bebidas e coordenador da Vila Pelô, Alexandre Martins, afirma que a estrutura está bem melhor, em comparação ao que foi disponibilizado no Réveillon do ano passado. “Considerando a quantidade de alimentação existente, (o resultado) nos surpreendeu positivamente. A mudança de local foi fundamental para a grandiosidade que o evento merece. Circulando entre as pessoas, só ouvi elogios, e a cenografia da Vila Pelô se tornou um ponto turístico maravilhoso na festa”, avalia.

Revitalização – 
Além da homenagem, a Vila Pelô também marca o processo de revitalização do Centro Histórico de Salvador, promovido pela Prefeitura e que inclui o Pelourinho e entorno. O ponto alto dessa transformação é o megaprograma de desenvolvimento econômico Salvador 360, que tem como um dos eixos o Centro Histórico, lançado em agosto deste ano.

Com investimento inicial de R$200 milhões para os próximos quatro anos, estão previstas 40 ações distribuídas em oito eixos: Incentivos, Intervenções Urbanas, Equipamentos Estruturantes, Mobilidade, Habitação, Regulamentações, Cultura e Gestão. Com isso, a medida pretende impulsionar investimentos, infraestrutura, ocupação de espaços e, principalmente, a geração de emprego e renda no coração da cidade.

Dentro do programa, já foi lançada a segunda edição do Pelourinho Dia e Noite, que reúne nove ações calendarizadas e promoção de 11 intervenções culturais gratuitas por semana, que acontecem nas ruas e envolvem múltiplas linguagens, a exemplo da fotografia, música e teatro. Todas elas produzidas pelos próprios atores residentes e que movimentam a região. A iniciativa é administrada pela Diretoria de Gestão do Centro Histórico, vinculada à Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult) e criada este ano para melhor administração e acompanhamento das ações de melhorias para a região.

Outra realização, que deve ser entregue no início de 2018, é a Casa do Carnaval. A estrutura ocupará um imóvel municipal recém-reformado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Histórico Nacional (Iphan), na Praça da Sé, e vai reunir um acervo carnavalesco permanente para preservação da memória e divulgação da festa. Com quatro pavimentos e vista panorâmica para a Baía de Todos-os-Santos, as instalações oferecem ferramentas e instrumentos que possibilitarão o uso de tecnologias, como projeções, áudios e realidade virtual, que vão conferir interatividade ao acervo da casa.

O Salvador 360 Centro Histórico também envolve investimentos em requalificação de equipamentos e locais importantes da região, como a Avenida Sete e as praças Castro Alves, Terreiro de Jesus, Cairu e Marechal Deodoro, além dos terminais da Barroquinha e Aquidabã. O conjunto de iniciativas também prevê a implantação do Museu da História de Salvador e Museu da Música Brasileira, ambos no Comércio. Também é disponibilizado incentivo fiscal para interessados em ocupar imóveis degradados ou em desuso, por meio do programa Revitalizar.